MODA X FEMINISMO: qual a relação?

Minha relação com o feminismo é antiga, mas, como na maioria dos casos, eu não o compreendia de fato. Há 5 anos não era incomum me ver falando: “eu luto diariamente por igualdade”, a típica frase de quem não sabe exatamente o que está falando, essa é a verdade. O meu sonho era trabalhar com futebol mas sentia na pele a barreira do gênero, não entendia como combatê-la mas sabia que não era “batendo de frente” que conseguiria me estabelecer nesse mundo. Mais ou menos nessa época eu conheci uma pessoa, ela era jogadora de futebol profissional e ser humano excepcional. Ela tentou me explicar como eu estava errada e inclusive falou que já havia pensado exatamente da mesma forma antes de estudar sobre o feminismo. Esse diálogo foi todo em Inglês talvez por isso ou por bloqueios sociais eu não concordei com ela, mas nunca esqueci das palavras.

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Melhores de 2018 QFSR

Vamos terminar esse ano com uma coisa que já me pediram muito e hoje resolvi tirar do papel. Vou compartilhar com vocês as marcas que, pra mim, foram as melhores de 2018 em diferentes áreas.

A referência aqui vem das coisas que eu experimentei, comprei ou ganhei ao longo do ano. Então apenas marcas que eu tive contato pessoalmente entraram na lista, beleza? Agora sem enrolação vamos para as melhores de 2018 segundo o QFSR (desculpa forbes, michelin, guia quatro rodas mas essa é a verdadeira lista mais esperada do momento).

Consumo Consciente X Compras no Shopping: não tem como combinar!

Aí você, leitor assíduo do QFSR, trabalhado na evolução de consumo consciente, nem sabe mais o endereço do shopping center ou o horário de funcionamento. Só que hoje, dia 17 de dezembro,  você lembra que vai passar o Natal com a família e não comprou nada para a sua mãe, avó e namoradx e acaba correndo até o shopping mais próximo e fazendo uma compra bem mal pensada e nada consciente.

o Quem Faz Suas Roupas cresceu e não cabe mais nessa caixinha!

2016 foi o ano que entendi que precisava me preocupar com a origem do que consumia.

2017 foi quando entendi que precisava trocar as informações que descobria com mais pessoas. 

2018 foi quando descobri que o buraco é mais embaixo e que as discussões precisam ser mais profundas. Que consumir é um ato político diário e vai muito além de saber quem faz ou do que se faz suas roupas. É saber sobre a origem e o impacto de absolutamente tudo que consumimos e entender a consequência disso para o mundo. Foi, também, quando passei a me interessar (ainda mais) por política e por sistemas econômicos. Foi o ano em que eu perdi o medo de falar que sou feminista (hoje sinto um puta orgulho disso). E também quando decidi parar de comer carne (seguimos na luta).