Apresentando: Leninha Lingerie

Hora da enquete: aquela menina que nunca se sentiu insatisfeita com seus seios em algum momento da vida, que atire a primeira pedra!

É, de fato essa é uma questão para 90% das adolescentes e mulheres no Brasil e, por muito tempo, pra mim também.

Durante esse meu processo de mudança tenho tentado estimular um processo de valorização, aceitação e diria até admiração do meu próprio corpo. Sabe? Parar de ser tão dura comigo, valorizar outras coisas além da estética. No meio disso tudo, apareceu a Maria, idealizadora da Leninha, no meu caminho.

A Maria é o típico mulherão da porra, e eu já saquei logo que a conheci. Independente, guerreira, corajosa. Não fica esperando o tempo passar, vai lá e faz.

O trabalho não motivava mais

Em algum momento da nossa conversa, a Maria me contou que sempre foi atraída por lingerie.

Por influência da sua mãe ou da sua avó, essa sempre foi uma questão que chamou sua atenção, só não pensava que isso poderia se tornar um propósito, uma bandeira.

A gata largou o emprego, saiu da casa dos pais, resolveu cuidar ainda mais do seu nariz, só que dessa vez fazendo o que gostava, criando.

Quem cria os modelos é a própria Maria. Ela prova, sente a peça e entende o que precisa. Não existe molde ou padrão. É pura inspiração e feeling.

 

Lingerie é para quem usa

A primeira vez que ouvi isso dela já foi um clique na minha cabeça, seguido de uma mudança real de mindset. “Não é que é verdade?”

Ela gosta de falar que o estar sexy é um estado de espírito e que usar a peça que te faz se sentir melhor é primordial para isso. Não são peças desconfortáveis, ou apenas com o apelo sexual, é um encontro com você mesmo. Ela reforça essa ideia quando sugere que a cliente estreie a lingerie nova com ela mesma.

 

Leninha empoderadora

O conceito da Leninha é muito claro: Lingerie é para todas (e todos, porque não?). Nas suas fotos, ela retrata isso de forma primorosa. Sem esteriótipos, sem modelos magras, peitudas – naquele padrão catálogo de lingerie. Além disso, não utiliza artifícios em suas peças, como bojos, enchimentos ou qualquer outra coisa que empine e endureça. O objetivo é valorizar o corpo como ele é. E mais, não tentar agradar ninguém a não ser você mesma.

 

A verdadeira Leninha

Leninha, a avó descolada e homenageada

 

Leninha de verdade é sua avó (apesar de eu chamá-la assim também). Uma mulher que só de ouvir as histórias já me deu uma vontade louca de conhecer. Para frente, moderninha, chame do que quiser, agora para mim tudo isso será apenas mais um sinônimo de Leninha.

O nome da marca foi uma forma de homenageá-la pelo seu perfil arrojado, mas também pelo o que representava para sua neta: uma amiga, parceira, e até confidente.

 

De Leninha para Leninha

Bom. A Leninha é empoderamento, é amor, é amizade, é família e é girl power!

E eu gostaria de agradecer a Maria por esse projeto de vida incrível, que com certeza vai influenciar positivamente muitas mulheres, assim como fez comigo.

 

 

 

Vida longa à Leninha (as duas)! 

 

 

 

Produção: São Paulo/SP

Endereço ateliê e loja física: Perdizes, São Paulo – SP.

Site e loja online: http://www.souleninha.com.br/

Instagram: @souleninha_

  • Produção artesanal; 
  • Utilização do máximo possível da matéria prima com corte otimizado;
  • Empoderamento feminino; 

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1 comentário

  1. Que lindo! Amei muito a(s) Leninha(a) e esse propósito! Tenho pensado muito sobre isso… Inclusive porque a partir de certa idade nosso corpo realmente começa a mudar… E ao invés de ficar brigando com a balança e com o espelho, por que simplesmente não aceitamos e não nos valorizamos, né? Transformação, ação!
    Amei o POST! Parabéns, lindona!

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