Eu e o consumo: Uma autorreflexão!

A nossa relação com o consumo se inicia desde muito cedo, na infância, onde seguimos exemplos de nossas referências, normalmente nossos pais. Esse foi o meu caso.

Na minha casa eu tive dois exemplos bem distintos:

Cada um com suas características e ambos com forte influência na minha forma de consumo em diferentes momentos da minha vida.

Essa ladainha toda para contar que durante a minha adolescência e após a separação dos meus pais eu fui muito estimulada a comprar, independente da necessidade e utilidade e pincipalmente sem ser estimulada a pensar de onde aquilo saiu. Nem mesmo a experiência de pagar e saber qual o valor daquele produto eu tinha.

Até esse momento da minha vida já me comportei de algumas formas diferentes:

A GASTONAseparação dos pais

Fase papai quem paga, oba oba.

Eu escolhia o que QUERIA e ele pagava depois. Para educação financeira não parece a fórmula perfeita, certo?? E de fato que acho que, realmente, não foi.

A TRABALHADORA

Com 15 anos consegui meu primeiro trabalho temporário e o que eu ganhava era basicamente para comprar. Comprava coisas para mim e presentes para o mundo.

Ao menos comecei a entender o valor das coisas e o quanto precisava ralar para conquista-las.

A FERRADA2014 

Em 2014 fui para SP para viver por um ano com as minhas economias, muita coragem e nada mais.

Como não tinha salário economizei tudo que pude. Posso contar nos dedos as coisas que comprei durante esse ano e tinha uma planilha para controlar cada centavo gasto.

Comecei a me preocupar em guardar dinheiro.

A “SHOPAHOLIC”fev/2015

Minha primeira viagem para os EUA depois de 1 ano sem comprar nada = BOMBÁSTICO!!!

Passei a vigem inteira atrás de outlets e pechinchas.

Não me preocupava tanto com a origem dos produtos, +- com a qualidade e muito com o preço. Mas devo admitir que fiz ótimas aquisições (em relação a durabilidade) e muitas delas estão em perfeito estado até hoje.

A ECONÔMICA2015/2016

Em Abri de 2015 comecei a morar com o meu namorado (marido hoje em dia). Ele é um cara que tem um perfil de guardar dinheiro, adora fazer investimentos e fica triste se precisa gastar. Passamos a conviver mais e eu, agora com salário, passei a me preocupar ainda mais com o preço das coisas, sem dar muita bola para qualidade e muito menos para origem dos produtos.

Só comprava se fosse barato.

FASE DE TRANSFORMAÇÃOAo infinito e além! haha

Hoje estou aqui, abrindo o jogo com vocês e tentando melhorar minha forma de consumir.

Sem neuras, sem extremos, apenas me preocupando com coisas que outrora não chamavam a minha atenção.

Quem fez?

Como fez?

De onde veio (produto e matéria prima)?

É durável?

Vamos nos perguntar mais?  O que vocês acham sobre isso?

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4 Comentários

  1. Lembro de cada uma dessas fases, mas mais particularmente da “o papai paga”! Hahaha É incrível ver o quanto podemos mudar né? Sigo aqui orgulhosa de toda essa transformação!! #Aoinfinitoealém

    1. Lembro de cada uma dessas fases, mas mais particularmente da “o papai paga”! Hahaha É incrível ver o quanto podemos mudar né? Sigo aqui orgulhosa de toda essa transformação!! #Aoinfinitoealém

      1. Com certeza você vivenciou de pertinho amiga. Faz uma análise das suas fases também, acho essa uma boa forma de se entender e entender onde quer chegar.
        Obrigada pelo apoio de sempre! Minha super leitora!

  2. Olá Valentine!
    Estou gostando muito de saber como sua cabecinha funcionou em várias etapas da sua vida…
    Confesso que não concordo muito com aquela parte em que você afirma que sua MÃE “não se preocupa com a durabilidade e sim com o preço”. Se não me preocupasse com a durabilidade não teria tantas roupas antigas, que ainda não consegui me desfazer… hahah! Quem sabe o seu blog poderá me ajudar nisso! Você pretende falar de customização?
    Bem, estou adorando suas dicas, espero poder consumir produtos com assinaturas de pessoas criativas e reais, que eu possa conhecer, e não precisar me contentar com o prêt-à-porter.
    Parabéns pela sua iniciativa! Sucesso!
    Mamãe

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